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JP - Madeira em Notícias

O blog dos Jovens Democrata-Cristãos da Madeira

segunda-feira, agosto 01, 2005

Nelson Mendonça por 3 anos
O novo líder da Juventude Popular da Madeira é Nelson Mendonça, o único candidato que se perfilou a estas eleições que decorreram, este fim-de-semana, no Funchal.

Dos 5 a 6 pontos que foram discutidos pelos congressistas, destaca-se a tentativa de «perceber porque é que os jovens estão, hoje, mais distantes da política», salientou o novo líder da JP. A solução «é explicar-lhes que a educação depende das decisões políticas e que precisam de participar mais activamente, por forma a que os jovens possam sugerir soluções para a educação. Desde já, vamos defender a orientação do ensino superior para o politécnico e que se criem alternativas no ensino secundário. Também, defendemos que os manuais escolares tenham validade mínima de 6 anos».

A habitação continuará a ser uma batalha, pelo que irão propor uma bonificação jovem, subsidiada pelo GR, na taxa de juro para a compra da primeira casa.

A toxicodependência também irá ser tónica do seu mandato, pelo que insistirá na criação de uma comunidade terapêutica na Madeira.

Num processo pouco participado, Nelson Mendonça, de 26 anos, recebeu 20 votos dos 21 congressistas que participaram no escrutínio para eleger os órgãos regionais daquela organização de juventude partidária.

Dos restantes eleitos, destacam-se Vítor Luís, para secretário-geral, Vítor Figueira, na Mesa do Conselho Regional, Rui Barreto, presidente da Mesa do Congresso, e Carina Rodrigues, na Comissão de Fiscalização e Disciplina.

DN-Madeira
posted by Juventude Popular  # segunda-feira, agosto 01, 2005
Metade dos candidatos do PP tem menos de 40
José Manuel Rodrigues garantiu que a renovação das listas às autárquicas está «praticamente concluída»

Depois de ter estado presente na abertura dos trabalhos do V Congresso Regional da Juventude Popular da Madeira, no sábado, José Manuel Rodrigues reafirmou, ontem, as críticas que fizera, agora com mais ênfase.

O presidente do PP-Madeira afirmou que, ao contrário de outros partidos, como o PS nacional e o PSD-Madeira que defendem a renovação, mas continuam a ter como referência «políticos "dinossauro", como Mário Soares e Alberto João Jardim, que deviam ir para casa tratar dos netos, nós damos o exemplo e, com as listas às autárquicas praticamente fechadas, garantimos que 50%, dos cerca de mil candidatos têm menos de 40 anos.» Rodrigues relembrou que o sinal de renovação já havia sido dado nas regionais de Outubro passado, onde metade dos candidatos foram mulheres.

Sobre a possibilidade de não se candidatar a novo mandato – que ainda está a ser ponderada –, José Manuel Rodrigues manteve o "tabu", adiantando: «O CDS e a JP podem sempre contar comigo, desempenhando ou não papel activo no partido, para podermos lutar pela Madeira».

Em conclusão, Rodrigues deixou um voto de confiança na nova liderança da JP, em cujo trabalho, acredita, poderá contribuir para que o CDS faça da Região «uma terra de oportunidades para todos e não só para meia dúzia de oportunistas».

DN-Madeira
posted by Juventude Popular  # segunda-feira, agosto 01, 2005
Líder da JP nacional contra «injustiças»

O presidente da JP nacional e deputado à Assembleia da República, João Almeida, esteve presente na sessão de encerramento do V Congresso da "jota" regional, onde efectuou um discurso carregado de "mágoa" pelo «tratamento discriminatório» que se sente por parte do Presidente da República, Jorge Sampaio. Almeida afirmou: «Não podemos aceitar que as regras do jogo não sejam sempre as mesmas. Não podemos aceitar que haja uma regra quando a direita governa e outra quando é a esquerda. Há um silêncio muito comprometedor e insuportável da sua parte, com as trapalhadas da governação socialista.»

Almeida reiterou, também, a confiança no trabalho que o novo líder da JP regional irá efectuar.

DN-Madeira
posted by Juventude Popular  # segunda-feira, agosto 01, 2005

domingo, julho 31, 2005

Futuro líder da JP quer "Defender o futuro"

Está a decorrer, neste fim-de-semana, o V Congresso da Juventude Popular da Madeira. Neste encontro será encontrado o sucessor de Roberto Rodrigues, enquanto presidente daquela organização de juventude.

À partida prevê-se que o novo presidente seja Nelson Mendonça, o actual secretário-geral da JP.

Sob a moção "Defender o futuro", Nelson Mendonça e um grupo de jovens, composto por boa parte da direcção cessante, indicam várias áreas de actuação prioritárias.

A defesa do direito à vida é uma das «batalhas» a serem retomadas.

A luta contra o abandono escolar vai fazer a JP «voltar à carga».

Foi também prometida uma batalha ao desemprego, essencialmente o qualificado. Neste âmbito, foi referida a UMa que estará a formar para o desemprego.

Também a habitação será uma das áreas prioritárias para a JP, que defende a bonificação do crédito aos jovens, pelos Governos Regional e da República.

Foi deixada ainda a intenção de tudo fazerem para atrair os jovens, de dentro ou fora do partido, para a política.

DN-Madeira
posted by Juventude Popular  # domingo, julho 31, 2005

sexta-feira, julho 29, 2005

Nelson Mendonça é candidato na JP-M
57 delegados escolhem novo líder em congresso

Nelson Mendonça é o único candidato assumido à liderança da Juventude Popular na Madeira. Se não surgir nenhuma candidatura imprevista, este jovem será, a partir de domingo, o novo líder da JP-M.

Nelson Mendonça tem 26 anos e é secretário-geral daquela organização política de juventude há cinco anos. Actualmente é funcionário parlamentar no gabinete do CDS-PP na Assembleia Legislativa e estudante no curso de Direito.

O candidato foi o único a apresentar uma moção sectorial como primeiro subscritor, mas nem assim se considera já o novo líder, por considerar que a decisão cabe aos congressistas, que se reúnem amanhã e domingo num hotel do Funchal.

Nelson Mendonça acredita que as eleições autárquicas constituem um bom momento de afirmação da JP e diz que no CDS-PP os jovens são valorizados sem necessidade de reivindicação de lugares.

DN-Madeira
posted by Juventude Popular  # sexta-feira, julho 29, 2005

quarta-feira, julho 27, 2005

V Congresso da Juventude Popular - Madeira
Dias 30 e 31 de Julho de 2005 no Hotel Porto Mare - Funchal

A Comissão Organizadora do V Congresso da JP-M, disponibilizou já a Ordem de Trabalhos, a qual agora divulgamos:

Sábado dia 30:

15H00 Credenciação;
15H30 Sessão de Abertura;
16H30 Início dos trabalhos: Apresentação e discussão da acta do IV Congresso, relatorios dos órgaõs regionais e Moções;
20H00 Jantar

Domingo dia 31:

11H00 Eleição dos órgãos regionais da JP-M;
12H30 Proclamação dos resultados e tomada de posse dos novos órgãos regionais;
13H00 Sessão de encerramento.

Para qualquer esclarecimento, poderão contactar a C.O.C pelo telefone 965077284 ou pelo e-mail: juventude-popular@netmadeira.com

A Administração do Blog
posted by Juventude Popular  # quarta-feira, julho 27, 2005
PP da Madeira diz não compreender as críticas de Jardim
PSD e oposição aplaudiram de pé a actual Constituição


A Comissão Política do CDS/PP-Madeira reafirmou, na segunda-feira, a sua indisponibilidade para qualquer apoio a «candidaturas de esquerda» nas eleições presidenciais do próximo ano. Mais admite que, «em nenhuma circunstância e sob qualquer condição», apoiará uma candidatura de Mário Soares à Presidência da República.
De acordo com José Manuel Rodrigues, líder dos centristas, esta candidatura representa «um regresso ao passado e uma traição política e ideológica que só interessa à esquerda que está a tornar Portugal ingovernável». Nesse sentido, diz que o CDS/PP «tudo fará para que, na área do centro e da direita, surja um candidato que restaure, a partir da Presidência da República, a autoridade do Estado e inicie um projecto de mudança que inverta o declínio da Nação portuguesa».
De entre os nomes já apontados como possíveis candidatos, José Manuel Rodrigues apenas se mostrou disponível para apoiar uma candidatura. «Julgo que o professor Cavaco Silva, pelo sentido de Estado que demonstrou quando desempenhou funções governamentais e pelos apoios que parece reunir na sociedade portuguesa, será, eventualmente, aquele que estará mais bem colocado para vencer a esquerda nas eleições presidenciais».
Quanto ao «nunca digas nunca» proferido, recentemente, por Freitas de Amaral, numa entrevista a propósito de uma possível candidatura no próximo ano, o líder do PP-Madeira deixou bem claro que, se tal vier a suceder, será uma candidatura «à esquerda e nunca à direita».
Outro dos pontos focados nesta reunião foi a festa do PSD no Chão da Lagoa. Sem querer tecer grandes comentários a este propósito, José Manuel Rodrigues apenas aproveitou a oportunidade para lembrar que o único partido em Portugal que votou contra a actual Constituição, em 1976, foi o CDS/PP. «Na altura, o PSD, com toda a esquerda, aplaudiu de pé a actual Constituição que, hoje, é vista pelo dr. Jardim como a raiz de todos os males da sociedade portuguesa. Foi pena que ele e o PSD da Madeira não tivessem visto isso em 1976», sublinhou.
Fruto da análise da situação política nacional e regional, o líder do PP defendeu que o PS na República e o PSD na Madeira «são os responsáveeis pela grave situação que afecta muitas famílias e empresas da Região». Razão pela qual defendeu que «devem ser responsabilizados» já nas próximas eleições autárquicas.

Jornal da Madeira
posted by Juventude Popular  # quarta-feira, julho 27, 2005

quinta-feira, julho 21, 2005

PP fala em mancha

O líder do CDS-PP, José Ribeiro e Castro, considerou ontem que a demissão do ministro de Estado e das Finanças «abala a estabilidade política» e «pode manchar a credibilidade externa do país».

«É um facto grave que abala a estabilidade política, a estabilidade governativa e fere a credibilidade não só do Governo, mas pode manchar a credibilidade externa do país», sublinhou Ribeiro e Castro, em declarações à Agência Lusa.

LUSA
posted by Juventude Popular  # quinta-feira, julho 21, 2005

terça-feira, julho 19, 2005

CDS assinala hoje aniversário

O CDS-PP assinala hoje os 31 anos da sua fundação num jantar para duzentas pessoas em Lisboa, em que José Ribeiro e Castro, irá exaltar o "património doutrinário" dos democratas-cristãos.

"A crise financeira é um sinal de esgotamento do modelo do Estado e da necessidade de um outro olhar democrático sobre a realidade do país", sublinhou ontem Ribeiro e Castro, à margem de um almoço de apresentação de quinze novos militantes, em Lisboa.

Para o presidente dos democratas-cristãos, "cada vez mais se reconhece a razão que o CDS teve na sua fundação, assumindo-se como um partido não socialista".

"Mas como as pessoas não comem doutrina é necessário transformar esse capital em respostas concretas", afirmou Ribeiro e Castro, reforçando a sua aposta definida em Congresso de "abrir o partido", sobretudo a quadros qualificados. Entre os novos militantes apresentados ontem, destacam-se os ex-secretários de Estado dos Governos PSD/CDS-PP Miguel Morais Leitão - candidato à Assembleia Municipal de Lisboa - e Francisco Seabra, bem como três mulheres a advogada portuense Lídia Braga da Cruz, a campeã nacional de jet-ski Inês Abreu Pereira e a pintora Ana Borges de Castro, que vai ser candidata à Câmara Loures. Segundo Ribeiro e Castro, desde o Congresso que o elegeu como líder do CDS, a 23 e 24 de Abril, já se inscreveram no partido centenas de novos militantes.

O CDS foi fundado a 19 de Julho de 1974, e entre as personalidades que subscreveram a declaração de princípios do partido contavam-se Diogo Freitas do Amaral, Adelino Amaro da Costa, Basílio Horta e Vítor Sá Machado.

DN
posted by Juventude Popular  # terça-feira, julho 19, 2005

quinta-feira, junho 30, 2005

É já a seguir...

O país acaba de ser confrontado com um conjunto de medidas de austeridade decretadas pelo Governo da República sem paralelo na nossa história recente.

Agravamento do IVA e dos impostos sobre os produtos petrolíferos e sobre o tabaco; redução dos benefícios fiscais às empresas; congelamento das progressões automáticas e suspensão da actualização dos suplementos remuneratórios na função pública; aumento da idade de reforma dos funcionários do Estado e alterações para baixo no cálculo das pensões; restrições à aposentação de professores; redução do valor do subsídio por doença para os trabalhadores do Estado; unificação dos subsistemas de saúde com perda de direitos adquiridos e o fim da majoração de 10 por cento nas comparticipações estatais dos medicamentos genéricos são algumas das decisões do Governo da República para combater o défice. É já a seguir ao Orçamento Rectificativo.

Quem assim decidiu não foi um Governo de direita. Foi o Governo do Partido Socialista saído de umas eleições em que prometeu melhorar a vida dos portugueses, fazer crescer a economia e criar 150 mil postos de trabalho.

Estas medidas vão provocar um abrandamento do consumo privado com o consequente arrefecimento da economia, redução do emprego e menor competitividade das empresas.

Perante o valor do défice estimado para o final deste ano de 6,83 por cento o Governo do PS tinha dois caminhos: ou cortava nas despesas da pesada máquina do Estado que já consome metade da riqueza criada, anualmente, em Portugal, ou tentava arranjar mais receitas à custa do aumento dos impostos sobre as famílias.

O Governo do PS escolheu a via mais fácil, sacrificando, ainda mais, as classes média e de menores rendimentos e afectando, gravemente, a competitividade das empresas e o crescimento económico.

Num ambiente de recessão em que as nossas exportações estagnaram e não há investimento estrangeiro no país, o Governo do PS penaliza o consumo privado, precisamente a única área que sustentava algum dinamismo da nossa economia.

Em vez de emagrecer o Estado, o Governo do PS opta por receitar nova dieta aos portugueses agravando impostos e reduzindo ou eliminando direitos adquiridos.

É neste cenário de agravamento da crise orçamental e económica com repercussões graves na competitividade das empresas e na qualidade de vida das famílias que Portugal vai viver nos próximos anos.

Se não forem tomadas algumas medidas de protecção social às famílias e cidadãos de menores recursos a crise financeira poderá dar lugar a uma crise social de proporções graves e indesejáveis.

Face a esta situação, entende o CDS/PP que o Governo Regional deve utilizar todos os poderes e competências ao seu alcance para atenuar a crise na Madeira e no Porto Santo. É que as nossas populações e a nossa economia já vivem, fortemente, penalizadas pelos custos de insularidade e muitos cidadãos e empresas não conseguirão suportar este aumento da carga fiscal, e subida do custo de vida. Desde logo está nas mãos do Governo Regional não acompanhar a anunciada subida do imposto sobre os combustíveis, cujo impacto é, particularmente, significativo no nosso arquipélago em vários sectores económicos e no nível de vida de madeirenses e porto-santenses, ou estará o Governo do PSD solidário com todas estas medidas como o PS-Madeira?

PS 1 – O Governo do PS em 100 dias já nomeou mais de um milhar de pessoas para cargos de administração pública e gabinetes ministeriais. Assim se combate o défice...

PS 2 – Há candidatos à presidência da Câmara do Funchal que querem o cargo como trampolim para outros voos. O detentor do cargo aspira e suspira por ser delfim. O candidato que se apresenta como "alternativa" já disse que as suas ambições não ficam pelos Paços do Concelho.

Os funchalenses não se deixarão enganar na hora do voto.

José Manuel Rodrigues / Presidente do CDS/PP-M
(artigo de opinião DN-Madeira)
posted by Juventude Popular  # quinta-feira, junho 30, 2005
Internacional Democrática do Centro
AZNAR CONVIDA RIBEIRO E CASTRO

António LÓPEZ-ISTÚRIZ, Secretário Executivo da IDC - Internacional Democrática do Centro, que congrega partidos democrata-cristãos, conservadores e centristas de todo o mundo, escreveu ao Presidente do CDS-PP a fim de lhe transmitir o convite pessoal do Presidente da IDC, José Maria AZNAR, antigo primeiro-ministro espanhol, para integrar um grupo de especialistas em Direitos Humanos e na Defesa das Liberdades e da Democracia.

Este grupo terá por função o aconselhamento da Comissão de Direitos Humanos da IDC, entidade criada em Março deste ano. O grupo de especialistas reunirá pela primeira vez em Bruxelas, no próximo dia 11 de Julho. RIBEIRO E CASTRO já confirmou a sua presença.

Recorda-se que, antes da sua eleição para presidente do CDS-PP, José RIBEIRO E CASTRO era coordenador do grupo PPE-DE no Parlamento Europeu na subcomissão de Direitos Humanos, funções que deixou no corrente mês por serem demasiado absorventes e incompatíveis com a liderança partidária.

RIBEIRO E CASTRO integrou recentemente a delegação do Parlamento Europeu à 61.ª Sessão da Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra, e tem-se destacado na liderança das campanhas europeias de solidariedade com os democratas cubanos - a "Iniciativa Sakharov" e, nos últimos meses, o "Movimiento No Estais Solos". A última acção promovida por RIBEIRO E CASTRO neste âmbito consistiu num colóquio realizado no passado dia 2 de Junho.

Parlamento Europeu
Delegação do CDS-PP no grupo PPE/DE
posted by Juventude Popular  # quinta-feira, junho 30, 2005

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